A AVE SELVAGEM QUE MAIS ABUNDA em todo o mundo é o pardal-de-bico-vermelho, que se alimenta de sementes .
Mais de 100 biliões destas aves percorrem os campos africanos e os pastos para procurar alimento, em bandos que contam milhões.
Aves como este pardal podem sobreviver em grande número, porque dependem de um alimento que é extremamente abundante.
Sementes e ervas, néctar, insectos e minhocas e muitos outros pequenos animais existem em prodigiosa quantidade e constituem o alimento da maioria das aves de todo o mundo.
Pequena Enciclopédia Animal
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Aves - AS PENAS
As penas que cobrem o corpo das aves
são muito variadas-penugem,penas do corpo e penas das asas e da cauda.
Embora muitas delas não tenham nada a de notável,algumas são de grande beleza de forma de cor.
PENUGEM
Estas penas muito macias e filamentosas retêm uma camada de ar entre elas,oque proporciona isolamento térmico.
são muito variadas-penugem,penas do corpo e penas das asas e da cauda.
Embora muitas delas não tenham nada a de notável,algumas são de grande beleza de forma de cor.
PENUGEM
Estas penas muito macias e filamentosas retêm uma camada de ar entre elas,oque proporciona isolamento térmico.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Mamíferos - Mamíferos voadores
Muitos mamíferos conseguem pular e
saltar,outros nadam e mergulham,mas só os morcegos podem voar. O
grupo dos mamíferos a que os morcegos pertencem é o segundo quanto
ao número de espécies. Estes variam enormemente em dimensões,
desde alguns minúsculos, de asas com a envergadura de 14 cm, até às
raposas-voadoras, com o corpo do tamanho do de um pequeno cão.
As asas do morcego-o único mamífero
que as possui - são constituídas por finas camadas de músculos e
fibras elásticas cobertas de pele. Os ossos do braço e os do
segundo ao quinto dedos suportam a asa;o «polegar» (primeiro dedo)
é como uma garra de que o morcego se serve para rastejar, limpar -se
e, nalgumas espécies, lutar ou transportar comida.
Planadores
Os morcegos são os únicos mamíferos capazes de voar; mas outros mamíferos, como alguns marsupiais e os colugos planam no ar por meio de uma membrana mais parecida com um pára-quedas do que com uma asa.
Morcegos bebés
Agarrando-se ao abdómen peludo das mães, os jovens morcegos sugam o leite tal como os outros mamíferos.
«ver» Graças ao som
De facto,os morcegos guiam-se na
escuridão,utilizando a localização pelo eco. Emitem guinchos
estridentes (1)cujaa ondas sonoras se propagam,através do ar e de
outros meios,chocam com os obstáculos e regressam aos ouvidos dos
morcegos como ecos (2).
O morcego analisa a característica do
eco e se esta for de uma presa,lança-se sobre ela (3).
Uma grande variedade focinhos
Entre os mamíferos, os morcegos têm
alguns dos focinhos mais interessantes.
TRAÇAS, REBENTOS E SANGUE
A maior parte dos morcegos é insectívora, alimentando-se de traças, mosquitos,moscas etc.A
raposa-voadora(aqui representada)alimenta-se de fruta,rebentos e das
partes moles das plantas.O vampiro alimenta-se de sangue.
Mamíferos - Casaco de pêlos
A pelagem, os bigodes, a lã, os
espinhos e até alguns chifres – todos eles feitos de pelos – são
uma das principais características dos mamíferos e nomeadamente um
dos factores mais importantes da sua sobrevivência. Com efeito, o pêlo tem a capacidade de reter o ar e assim proteger o corpo do animal do calor, do frio, do vento e da chuva, mantendo-o isolado do meio circundante. Os pêlos crescem a partir de minúsculas cavidades da pele chamadas folículos. Consistem em aglomerados de células endurecidas por queratina, a mesma subsistência proteica fibrosa que confere rigidez à pele. Nem todos os mamíferos têm pêlo. Alguns, como as baleias, perderam-no ao longo da evolução.
LÃ PARA VESTIR
O pelo das ovelhas (lã) tem sido
aproveitado desde há séculos. A lã de ovelha é um bom isolante
absorvente e no entanto elástico aceitando bem as tintas coloridas.
Mais de metade de lã mundial é produzida no hemisfério sul, três
quartos é utilizada no hemisfério norte.
FOCA IMPERMEÁVEL!
A pele da foca contém muitas glândulas
sebáceas (gordura) que tornam o pêlo oleoso e impermeável (debaixo
do pêlo existe uma camada de gordura, como nas baleias). Povos como
os Inuit (em baixo) caçam as focas por causa da carne mas também da
pele utilizada no fabrico de botas e vestuário.
CAÇA AO ÓLEO
As baleias não têm pêlo
que as isole da água fria do oceano. Esta função é desempenhada
pelo óleo, uma camada de tecido gorduroso que se encontra debaixo
da pele, conferindo-lhe o aerodinamismo necessário para uma boa
deslocação na água. Por vezes, a camada de óleo tem 50 cm de espessura. O óleo purificado, ou «óleo de baleia», acendeu
milhões de candeeiros, antigamente, e foi também utilizado em
lubrificantes, sabões, cosméticos, margarinas e pinturas.
Branca como neve
A raposia-do-ártico cobre-se de um
lindo casaco imaculado no Inverno, o que lhe permite confundir-se com
a paisagem branca. Outras de cor azul, tomam tons acinzentados ou
acastanhados no Inverno.
Pêlos em guarda
A sarigueia da América do Norte tem o
pêlo liso, ao contrário do seu primo marsupial da Austrália. Os
longos e claros pêlos tácteis podem ser vistos nitidamente
projectando-se do fundo da superfície lanosa.
Pêlo de sarigueia
As sarigueias australianas têm pêlos
encrespados ou ondulados. A sarigueia comum de cauda em forma de
escova é do tamanho de um gato e vive nas árvores.
Pele de castor
Tal como muitos mamíferos, o castor
tem dois tipos de pelagem.
Uma delas consiste numa densa camada de
pelos curtos e castanhos, denominados «pelos lanosos».
A outra menos densa,é composta por
pelos compridos e grossos, chamados«pelos tácteis».
Estes protegem e camuflam o animal
enquanto os outros tem uma função isoladora e de impermeabilização.
A caça aos castores do norte da América para a venda das peles
tornou-se tão lucrativa que desencadeou autenticas guerras entre os
caçadores para posse das propriedades.
O comercio das peles de castor
contribui grandemente para o desenvolvimento económico da América
do Norte, nos séculos XVIII e XIX.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Aves - CAPACIDADE DE MANOBRA E RÁPIDA DESCOLAGEM
Para muitas aves , a possibilidade de perseguirem a presa ou de escaparem aos predadores em curtas distâncias é mais importante do que serem capazes de estar no ar durante muito tempo. Uma asa larga e redonda é a melhor para este tipo de voo, porque proporciona uma boa aceleração e pode ser ajustada com rigor parar a direcção escolhida. Este tipo de asa é particularmente comum em aves de zonas arborizadas, como os pica-paus e os tetrazes, e aves que vivem no solo, como os tentilhões.
SEGURANÇA NO VOO
Em regiões arborizadas um pica-pau-verde precisa de asas curtas e arredondadas que lhe permitam dar voltas rápidas para evitar obstáculos.
a forma das suas asas também o ajudam a aterrar com segurança ao aproximar-se de uma árvore
O voo do tentilhão
Os tentilhões fecham as asas
periodicamente para poupar energias.
RAPIDEZ NAS CURVAS
A forma abruptamente arredondada é
típica dos tentilhões. Excepto quando migram, estes raramente voam
para longe e volteiam constantemente ao sabor do vento. Ao menor
sinal perigo,bandos de tentilhões levanta voo repentinamente.
De poleiro em poleiro
O roleiro, que é do tamanho de um
gaio, caça pequenos animais deixando-se cair sobre eles. Localiza a
presa do cimo dos seus poleiros em paredes ou árvores e desliza por
entre eles com um voo tranquilo, quase displicente.
VOO SILENCIOSO
A asa do mocho-dos-celeiros é tão
macia ao toque que parece feita de pele. As suas penas franjas
amortecem o batimento das asas de modo a que as presas não o ouçam
aproximar-se.
SEGURANÇA NO VOO
Em regiões arborizadas um pica-pau-verde precisa de asas curtas e arredondadas que lhe permitam dar voltas rápidas para evitar obstáculos.
a forma das suas asas também o ajudam a aterrar com segurança ao aproximar-se de uma árvore
Aves - Bicos
Devido ao facto de os seus membros
anteriores estarem totalmente adaptados ao voo – com a importante
excepção das aves de rapina e papagaios – a maior parte das aves
apanha e segura os seus alimentos com o bico .O bico das aves diferenciou-se numa grande variedade de formas especializadas que lhes permitem apanhar diferentes tipos de alimentos, desde animais grandes a minúsculos componentes do plâncton.
Bicos que quebram sementes
O bico das aves exerce a maior força junto à base. Aves como os tentilhões, que vivem de sementes duras, têm bicos curtos e cónicos, conseguindo assim quebrar a casca das sementes de que se alimentam. A seguir removem habilmente o que se encontra no seu interior.
Uma ave aquática em terra
O bico excepcionalmente longo da galinha e típico das aves aquáticas- grupo de aves que inclui os borregos e o maçarico- das- rochas. Mas em vez utilizar o bico para se alimentar de animais costeiros como fazem muitas aves aquáticas, a galinhola utiliza- o também eficazmente em terra “ seca”. O seu principal alimento é constituído por minhocas e larvas de insectos e o bico comprido permite- lhe extraí-las do fundo do lodo.
A PINÇA DO MAÇARICO
O maçarico mergulha o comprido bico na
vasa para dela extrair vermes e moluscos que estão fora do alcance
de outras aves.
UMA PENEIRA SUBAQUÁTICA
UM BICO DE CARNÍVORO
O bico do francelho termina num gancho,
o que é uma característica das aves de rapina. O gancho serve para
estas aves dilacerarem animais demasiado grandes para serem engolidos
inteiros.
Um Bico De Frugívero
Os papagaios selvagens vivem de frutos e sementes e possuem um bico «misto» que lhes permite tirar o maior partido dos alimentos. O papagaio utiliza o gancho da extremidade do bico para retirar a polpa do fruto e com as maxilas da base do bico parte a casca das sementes para comer o seu interior. Os papagaios também são únicos no mundo das aves pela forma como usam os pés, segurando e virando com eles os alimentos enquanto quebram !
UM BICO PARA CHAPINHAR '
Muitos patos alimentam-se apanhando alimentos e superfície ou abrindo e fechando o bico enquanto percorrem com ele e superfície das aguas. A água entra por entre as duas metades achatadas do bico e tudo o que nela estiver em suspensão é ' espremido' e engolido.
Este processo é semelhante ao da filtração do flamingo, embora um bico de pato esteja muito menos especializado e possa ser utilizado para outros tipos de alimentação.
Bico em pinça
O melro-preto tem um formato de bico que é partilhado por milhares de espécies de aves de tamanho médio. É afilado para que o animal possa apanhar pequenos objectos, como sementes, mas o seu comprimento permite à ave apanhar presas maiores, como minhocas. O bico amarelo-alaranjado do melro-preto macho é também utilizado como sinal destinado às fêmeas.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Mamíferos - Os sentidos dos mamíferos
Crânio cheio de sentidos!
Este corte transversal do crânio de um babuíno mostra como os principais sentidos de um mamífero se concentram no cérebro. As cavidades dos ossos protegem o cérebro, os olhos, os órgãos do olfato e a língua. O crânio dos mamíferos é proporcional com o resto do corpo, uma vez que tem de controlar a enorme quantidade de informação enviada por este.
Apurando o ouvido
Muitos mamíferos, incluindo os cães,
têm um bom sentido da audição e podem mover as orelhas na direcção
do som. Isto fornece maior precisão na localização de um ruído.
CAÇANDO PELO TACTO
O ornitorrinco cava nos rios e
correntes de água à procura de comida e encontra as suas presas:
minhocas aquáticas insectos e caranguejos quase exclusivamente pelo
tacto uma vez que o seu bico é extremamente sensível.
O mundo em cheiros
Um porco com olfacto bastante apurado fareja trufas que serão arrancadas pelos seus donos e vendidas como uma dispendiosa especialidade .
Língua gastronómica
Este leão prova a comida em parte pelo
paladar pelo cheiro,em parte pelo paladar. Mas as línguas,para além
de saborear, desempenham outras. Este mamífero está a lembrar-se
para se limpar.
Enfrentando o combate
O gálago parece ser todo olhos e
ouvidos, Este tímido noctívago (activo durante a noite), membro da
ordem dos Primatas , possui uns olhos enormes que permitem ver na
noite mais escura da floresta, localizar presas e saltar de ramo em
ramo para evitar os predadores. Os galagos são especialistas com as
suas enormes orelhas moveis.
Depois, equilibram-se nas patas ,
traseiras , distendem o corpo e braços para arrebatar o insecto
quando este se aproxima. É provável que a origem do nome deste
mamífero (em inglês, busbaby)provenha de um dos seus gritos, que se
parece extraordinariamente com o grito de um recém-nascido, ou das
feições, que parecem também com as de um bebé.
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