terça-feira, 28 de junho de 2011

Mamíferos - O mundo dos Mamíferos

O SER HUMANO É APENAS uma das cerca de 100 milhões de espécies de animais existentes no mundo.Com alguns destes animais podemos deste animais podemos sentir-nos pouco à vontade, mesmo quando não há razão para tal: uma cobra inofensiva, talvez, ou um caracol viscoso. Porém, outros parecem despertar o nosso interesse. Gálagos, focas-bebés, golfinhos e coalas atraem-nos pelo seu pêlo sedoso, os seus corpos quentes e pela maneira como a fêmea toma conta das crias.

São aspectos que reconhecemos em nós próprios e através dos quais nos identificamos com os membros do grupo dos mamíferos. Aliás, por muito que nos coloquemos acima dos nossos parentes, a espécie humana é apenas uma das cerca de 4000 espécies de mamíferos do nosso planeta. O que é então um mamífero? Em primeiro lugar, os mamíferos têm pêlos ou cabelo. Muito têm-nos por todo o corpo; nós também, apesar de serem mais visíveis nas nossas cabeças. Em segundo lugar, os mamíferos têm «sangue quente». Um termo mais correcto seria «homeotérmicos», que significa que a temperatura interna do corpo é mantida constante, geralmente acima da do meio ambiente, em vez de se ajustar à temperatura do meio circundante. Desta maneira, os mamíferos podem manter-se activos mesmo em condições de frio. Em terceiro lugar, os mamíferos alimentam-se de leite quando são pequenos. O leite é produzido por estruturas próprias, localizadas na pele, chamadas «glândulas mamárias», daí o nome biológico do nosso grupo: Mammalia. Este livro debruça-se sobre o mundo dos mamíferos: o seu aspecto, a estrutura do seu corpo, evolução, respiração, hábitos e comportamentos e, ao fazê-lo, esperamos lançar alguma luz sobre o nosso lugar no seu mundo.






Em busca dos nossos semelhantes
Para olhos pouco experientes, este bebé humano de 15 meses e o chimpanzé de 2 anos que se encontra em frente parecem bastantes diferentes. No entanto, os chimpanzés são provavelmente os nossos parentes vivos mais chegados.
Partilham 99 por cento dos nossos genes. A estrutura do seu corpo tem estreitas semelhanças com a nossa e o seu comportamento inclui também inúmeros traços humanos. Um chimpanzé pode resolver problemas, comunicar por sinais, fabricar e utilizar utensílios.
À medida que o nosso conhecimento se aprofunda, parece que, em muitos pontos, os seres humanos não são tão diferentes dos outros mamíferos como pensávamos.



MAMÍFEROS E OUTROS ANIMAIS
Existem cerca de 4000 espécies de mamíferos.
Devido ao grande numero de espécies domésticas e à popularidade dos mamíferos nos jardim zoológicos, estamos mais familiarizados com eles do que com outros grupo de animais.
Existem, porém, 9000 espécies de aves, 20000 espécies de peixes e 10000 espécies de aranhas e escorpiões. Todos elas parecem insignificantes em relação ao maior grupo de animais: os insectos com pelo menos 1 milhão de espécies conhecidas e possivelmente 10 vezes mais esse número no total. 


terça-feira, 7 de junho de 2011

Mamíferos - A evolução dos mamíferos

TANTO QUANTO SABEMOS,os mamíferos apareceram na Terra há cerca de 200 milhões de anos.«Sabemo-lo» porque encontrámos os seus fósseis: ossos, dentes e outras partes do corpo que se transformaram em pedra e foram preservados nas rochas.Como algumas das características que conhecemos nos mamíferos vivos (sangue quente, pêlo e leite) não fossilizam,temos de procurar indícios baseados nos próprios ossos.  Assim,duas outras fossilizados,consistem num tipo particular de mandíbula (um osso em cada maxilar inferior e não vários como se verifica nos répteis) assim com os ossos pequeninos na cavidade do ouvido médio.Os mamíferos não vieram exactamente interromper o curso da evolução.Durante os seus primeiros 100 milhões de anos de vida, aproximadamente,a Terra foi principalmente dominada por enormes dinossauros, pterossauros que povoaram os céus e ictiossauro que nadavam no mar. Os primeiros mamíferos verdadeiros eram provavelmente pequenos, semelhantes a musaranhos, viviam de noite e alimentavam-se de insectos e ovos furtados aos dinossauros. Logo que estes últimos começaram a extinguir-se até desaparecerem de vez há cerca de 65 milhões de anos, os mamíferos ocuparam seu lugar.

Mamífero ancestral?
Os cinodontes eram répteis semelhantes a mamíferos do Período Triásico. Os seus dentes tinham formas diferentes,como se verifica noutros grupos de repteis, para efectuar tarefas especificas. Esta é uma das características dos mamíferos, apesar de algumas espécies modernas (como a dos golfinhos) terem voltado a desenvolver dentes todos iguais, devido à forma como se alimentam. Espécie apresentada:Thrinaxon liorbinus (África do Sul).

Um Dos Primeiros
Este maxilar de triconodonte apareceu incrustado em rochas do Jurássico , no que agora é a Inglaterra.
Foram estes os primeiros mamíferos, predadores cujo tamanho variava entra o do gato e o da ratazana. Espécie apresentada Phscolotherium bucklandi (oxfordshire, Reino Unido).



DENTADURA RIJA
Esta dentadura com 30 milhões de anos, pertenceu a um phiomia, um mastodonte da ordem proboscidea. O animal vivo tinha cerca de 1,2m de comprimento e parecia ter nascido de um cruzamento entre um porco e um rinoceronte. O termo mastodonte, que significa «dentes-de-peito», refere-se ao feitio dos dentes molares cuja superfície de mastigação se desenvolveu gradualmente. Espécie apresentada: pbiomia serridens (Egipto).

DENTES SULCADOS
Os dentes sulcados deste marsupial permitem diferenciá-lo dos gatos com dentes de sabre. O Tbylacosmilus foi um marsupial carnívoro que viveu no Pliocénico. Espécie apresentada: Tbylacosmilus sp. (América do Sul)


MOLAR DE MAMUTE
Este enorme molar fossilizado mostra o desenvolvimento da superfície de moagem nos dentes Proboscidea (comparar com os outros dentes de phiomia).
Espécie apresentada: Mammuttus primigenius (Essex)
 

Molares de marsupial
Observando os dentes do maxilar podemos deduzir que o Protemnodon  era um marsupial herbívoro. Viveu durante o Período Plistocénico.
Espécie o apresenta: Protemnodon antaeus (Austrália) 



Fóssil de marsupial carnívoro
Na pré-historia: os mamíferos marsupiais estavam mais dispersos que agora.
A forma como evoluíram permite compará-los facilmente com muitos mamíferos modernos.
Este Borbyaena era um grande  caçador  e deve ter competido por alimento com as enormes aves não voadoras do Miocénico.
Espécie apresenta: Borbyaena Tuberata (argentina). 

Mamíferos - Crecimento

1 Dia do nascimento
Os gatinhos já têm pêlo quando nascem. Mas a vida no meio aquático faz com que a
cria venha molhada . A «água» é o líquido amniótico. A mãe lambe completamente os filhos de modo que o pêlo fique seco e brilhante em pouco tempo .
O gatinho é relativamente indefeso: não consegue ver nem ouvir (tem os ouvidos e os
olhos fechados) nem erguer a cabeça . Mas consegue sentir , cheirar e arrastar-se de
maneira a encontrar o mamilo da mãe para se alimentar.

Aves - Pés e pegadas

Os pés das aves são extremamente variáveis em forma e tamanho, o que é um reflexo dos respectivos habitados de vida. Embora os seus antepassados répteis tivessem cinco dedos, a maior parte das aves tem apenas que raramente vêm a terra,como os pufinos e os andorinhões,possuem pernas tão frágeis que para elas a marcha, além de difícil, pode mesmo ser impossível.
 


Garras para  trepar
Os  pés dos pica-paus  têm dois dedos para a frente e dois para trás. Esta disposição, que é invulgar mas não única, no mundo das aves, ajuda-os a segura-se enquanto picam a madeira.


Aves de rapina
Os pés das aves de rapina estão equipados com garras e tão bem adaptados a segurar as presas que as aves têm dificuldade em andar. Muitas delas têm tarsos revestidos  de penas que terminam abaixo da articulação do tornozelo.



Pés Para Poleiro
As aves que se empoleiram- um grupo que inclui mais de metade  de todas as espécies  existentes - têm todas  um dedoposterior.Este dedo permite à ave agarrar-se solidamente aos troncos onde se empoleira.



Pés Para Todos Os Fins
Tal como os tordos e as alvéolas, os corvos são aves de poleiro,  embora estejam entre  os membros mais corpulentos deste grupo.Os pés dos corvos são como os das aves de poleiro mais pequenas, mas em versão aumentada, e possuem um grande dedo posterior.


UTILIZAÇÃO DIFERENTE
AS aves de de rapina abrem muito os dedos para agarrar a presa,enquanto aves como o corvo aperta os dedos uns contra os outros. 



VOANDO COM CARGA
A lendária força das garras da águia permite-lhe transportar pesos grandes debaixo do corpo e longe das asas.

Pegadas de aves

As aves deslocam-se no solo de duas maneiras: saltando, o que é normalmente reservado ás aves mais pequenas que têm facilidade em elevar o peso do corpo com uma somles flexao das pernas, ou, se são mais corpulentas, caminhando.


Transporte nas garras

Pensa-se que algumas aves de rapina, como o falcão, transportam os filhos com o auxílio das garras.


PERNALTAS:
O peso das aves pernaltas como os maçaricos e os borrelhos distribui-se por dedos alongados para evitar que os animais se afundem no lodo mole.
Muitas espécies têm pernas excepcionalmente compridas ,para caminhar em águas fundas.


Pés  com palmuras
Os patos, gansos e cisnes, gaivotas e muitas aves aquáticas possuem membranas interdigitais para uma natação eficaz.
Os petréis ou calcamares quase conseguem «andar» sobre a água agitando as patas, como se corressem, e batendo as asas ao mesmo tempo.
Outras aves aquáticas utilizam os pés como travões.


 

Aves - Do dinossauro à ave

Há duzentos milhões de anos, no tempo de anos, no tempo em que os insectos eram os únicas animais voadores, um pequeno ser, semelhante a um lagarto , desistiu de correr por entre as árvore e, em vez disso, passou a planar. Para tal socorreu-se de pequenas extensões da pele que actuavam como pára-quedas e a partir deste humilde começo desenvolveram- se gradualmente repteis gigantes e alados que foram designados «pterossauros». Mas as asas membranosas tinham os seus inconvenientes: eram difíceis de dobrar quando o animal pousava no solo e se, por acidente, se rasgavam, as possibilidades de ele voltar a voar eram escassas. A resposta da evolução a este problema foi algo de novo que começava a aparecer no animal - as penas. Em 1861 foi descoberto um dos animais fósseis começava a aparecer mais famosos-o Archaeopterix. Embora este animal tenha vivido há mais de 150 milhões de anos quando os pterossauros estavam ainda no seu apogeu, os fósseis de Archaeopterix provaram que este animal do tamanho de um corvo, estava bem fornecido de penas. Infelizmente, nada se sabe acerca dos descendentes próximos do Archaeopterix. O que é certo é que ospterossauros desapareceram misteriosamente com o que restava dos dinossauros, seguindo-se um significativo aumento de especies de aves. Hoje mais de 8500 espécies povoam o espaço.


O elo perdido
Os cinco fósseis de Arcbaeopteryx encontrados na Alemanha, em 1861, vieram todos de uma área que em tempos estivera coberta pelo mar. Quando os animais morreram, os seus corpos foram rapidamente cobertos por lado tão fino que ficaram preservados não só os contornos dos ossos mas ainda os das penas. Durante milhões de anos este logo comprido transformou-se gradualmente em calcário e, quando começou a ser extraída, a pedra revelou os seus preciosos fóssil. Neste fóssil as pernas e penas de ave são claramente visíveis, bem como os dentes e cauda de réptil. Pensa-se que o Archaeopteryx evoluiu a partir de pequenos dinossauros que corriam nas patas de trás em vez de andarem andarem a quatro patas.

Equilíbrio
Comparadas com outros animais, as aves são seres bastante leves. As partes pesadas, particularmente os músculos das asas e das pernas, estão estreitamente acomodadas em torno da caixa torácica e da coluna. Este facto permite que a ave esteja tão equilibrada durante o voo como no solo.


Experiência Evolucionista
Embora os fósseis revelem que os pterossauros estavam muito bem adaptados ao meio no seu tempo, todos morreram há 65 milhões de anos. Não estavam directamente relacionados com os antepassados das aves modernas.  


TÃO MORTO COMO O DODÓ
O Dodó, aqui representado no famoso encontro com Alice,a Heroína Lewis Carrol em Alice no outro lado do espelho,foi uma das muita  aves  cujo desaparecimento se ficou a dever ao homem. Dodó era uma ave não voadora,de Madagáscar e ilhas vizinhas do oceano indico e foi levada a extinção no fim do século XVII. As aves  voadoras também sofreram pela acção do homem. O último pombo-migrador morreu em 1994 quando 100 anos antes a espécie contava com bandos de mais de um milhão de indivíduos.


O ESQUELETO DE UMA AVE
A evolução no sentido de um ovo poderoso deu  às aves esqueletos muito diferentes dos dos outros animais. O aspecto mais evidente numa ave voadora como o corvo é a grande quilha, projecção do esterno onde se inserem os músculos das assas. As aves não têm verdadeiras  caudas; as penas da cauda prendem-se no extremo da coluna  vertebral- o pigóstilo. Os membros anteriores estão totalmente adaptados ao voo, enquanto as mandíbulas sem dentes se transformaram num leve mas forte bico que  a ave pode usar para se alimentar e executar tarefas delicadas, como por exemplo “ pentear” as penas.    


CORPO AERODINÂMICO
Embora diferentes em tamanho, aves voadoras como o corvo têm uma silhueta muito semelhante. Isto porque todas necessitam de ter uma forma aerodinâmica e não podem permitir- se estruturas que resultem em peso extra. 

Aves - Camuflagem

Na Natureza as canas flutuantes, os seixos da praia ou as manchas de neve sem sempre são o que parecem.Qualquer destas coisas pode, de repente, revelar a sua verdadeira identidade numa súbita manifestação de vida: uma ave que, momentos antes, estava perfeitamente camuflada no seu meio ambiente.Perante o perigo,muitas vezes optam por levantar voo. Mas algumas, particularmente as que se alimentam no solo,preferem arriscar tentando passar despercebidas. As aves que permanecem mais tempo junto ao solo são as que têm plumagem variegada que se confunde com a folhagem no terreno.Nestas, a cor e o padrão das pena harmonizam-se com um determinado tipo de fundo tal como,por exemplo,a solo das zonas arborizadas.




Escondido entre os seixos.
Uma praia desabrigada pode parecer um local difícil para uma ave se esconder. Mas quando deixa de se movimentar, o borrelho parece desaparecer no meio dos seixos da praia.


A primeira linha de defesa.
A galinhola é uma ave principalmente noctívaga que vive em regiões arborizadas. Entre o crepúsculo e a aurora ela sonda o terreno em busca de vermes e de outros pequenos animais, mas durante o dia aninha-se no terreno. Se a sua camuflagem não consegue escondê-la ela decide levantar voo lançando-se por entre as árvores num percurso ziguezagueante.




Mudanças sazonais
Em colinas altas e terrenos pantanosos do Norte, a neve modifica totalmente o aspecto paisagem durante o Inverno. As aves que vão para o sul nesta estação têm necessidade de se esconder dos seus inimigos e algumas, como as perdizes-brancas, conseguem-no mudando de cor. Dado que estas aves mudam de penas todos os anos, elas podem alterar a cor deixando cair um conjunto de penas e substituindo-o por outro de cor diferente, o que lhes permite obter camuflagem adequada. Em locais onde a neve nunca funde, as aves, tais como o mocho-das-neves, têm plumas brancas durante todo o ano.


Plumagem Sazonal
No Verão as penas das perdizes-brancas são castanhas, o que lhes permite confundir-se com as pedras,mas no Inverno a sua plumagem torna-se branca, ocultando-as assim facilmente no meio da neve.





Camuflagem Diurna
O noitibó é um comedor de insectos que só se alimenta ao anoitecer.Durante o dia permanece totalmente invisível assemelhando-se a um tronco de árvore.Há casos de noitibós terem sido pisados por caminhantes que não repararam neles mesmo debaixo dos seus pés!

Aves - O Crescimento

As aves que nidificam solo eclodem num estádio adiantado de desenvolvendo. Contudo, recém-nascidos de muitas que nidificam em árvores e buracos são pouco mais do que máquinas de receber alimentos. Possuem um aparelho digestivo bem desenvolvido mas tudo resto, incluindo os olhos , está por acabar. Isto no entanto não se mantém por muito tempo. Abastecidas por incessante fornecimento de alimentos, aves ninhegas , como as do chapim-azul ,crescem a uma velocidade prodigiosa. As crias de muitas espécies aumentam o seu peso dez vezes mais em outros tantos dias e o seu desenvolvimento é tão rápido que cedo alcançam o das aves que eclodem já emplumadas.





1 - UM DIA DE VIDA
Vinte e quarto horas após a eclosão os filhos ninhegos do champim-azul não têm penas e os olhos mantêm-se fechados. Durante o dia. os pais abandonam o ninho em busca de alimento. Contudo, nunca se ausentam durante muito tempo, porque lhes levam incessantemente comida, com intervalos de minutos.Entres ambos, os pais podem fazer umas 1000 idas e voltas por dia.










2 - TERCEIRO DIA DE VIDA

 Numa cena muito comum para os extenuados pais, as aves em crescimento reclamam comida. A sua reacção instintiva é desencadeada pela chegada dos pais ao ninho ou, por vezes, pelo se chamamento. No terceiro dia aparecem já pequenos tufos de penas e as crias pesam agora quatro vezes mais do que quando saíram do ovo.

 






3 - CINCO DIAS DE VIDA

Por essa altura aparecem áreas de penas cinzentas-escuras no dorso e nas asas das avezinhas. Estas áreas da pele estão destinadas a dar origem as penas. Nas asas as bainhas tubulares que irão originar e proteger as rémiges já começaram a desenvolver-se.






4 - NOVE DIAS DE VIDA

À medida que as bainhas das penas crescem, extremidade destas começam a despontar. As áreas de pele nua entre as zonas de penas começaram a desaparecer, cobertas pelas penas em crescimento. O ninho está já muito cheio,embora, de acordo com os padrões do chapim-azul, cinco crias constituam uma família relativamente pequena.







5 - TREZE DIAS DE VIDA                                                                                                     Com cerca de duas semanas as aves ninhegas estão cobertas de penas e têm os olhos abertos.              
Mais cinco dias e deixarão o ninho; mas os filhos ainda acompanharão os pais durante algum tempo pedindo de comer enquanto aprendem aos poucos a olhar por si próprios. A independência total, geralmente, ocorre quando os pais começam os preparativos para outra postura. Quando os filhos se aparecem de que o seu chamamento não tem resposta começam a tratar de si.




Aves de bom presságio



Fiel companheira e incansável progenitora,a cegonha é por tradição reconhecida como símbolo do nascimento do ser humano.




FUGA DO PERIGO
Embora a maior parte das aves proteja os seus filhos pequenos recorrendo a manobras de diversão ou ataque, quando ameaçadas, algumas podem pegar nas crias e transportá-las para outro lado. Neste transporte conforme as espécies podem ser utilizados o bico, as pernas ou as garras.


VOO DE EMERGÊNCIA
A galinhola consegue manter a cria presa entre as pernas enquanto voa.



Transporte nas garras
Pensa-se que algumas aves de rapina, como o falcão, transportam os filhos com o auxílio das garras.









MOVIMENTO DE PINÇA
O discreto frango-d'água transporta os filhos no seu longo bico.